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Mostrando postagens de 2019

Tal pai, tal filho... ( uma mensagem para os pais)

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A pessoa do pai, por si só, tem uma dignidade própria e indiscutível para seu filho. Por isso, o quarto mandamento da Lei de Deus afirma a necessidade de honrar pai e mãe. Honra-se somente aquilo que se reveste de uma importância inestimável. "Honra teu pai e tua mãe, a fim de que tenhas vida longa na terra que o Senhor,o teu Deus, te dá. Êxodo 20.12 A presença de um pai na vida do filho traz para este o equilíbrio neces sário para viver bem sua vida. Nós observamos quanto sofrimento existe para aqueles que perderam os pais quando ainda eram crianças, toda a carência afetiva e emocional gerada, até de forma inconsciente, na vida deles... O pai representa para o filho segurança e proteção , e isso acaba perdurando durante toda a vida. “Será que temos dado a devida importância para a presença do nosso pai em nossa vida?”. Vemos jovens que se acham autossuficientes e, por isso, deixaram de ter tempo para uma conversa com os pais, de procurar ouvir os seus conselh...

o jovem e a teologia

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Minha experiência no CAPED 2019

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Olá!! É com muita alegria que eu escrevo pra você novamente e hoje eu quero falar da experiência maravilhosa que tivemos no evento CAPED 2019. Ser uma das palestrantes em um evento de tamanha envergadura não é tarefa fácil. Desde a convocação, a escolha do tema, preparo do texto até o momento em que subo no púl pito o coração salta inúmeras vezes. Mesmo tendo já experimentado outros momentos idênticos, as mãos tremem e a voz parece querer faltar como se fosse a primeira vez... quando penso que à minha retaguarda há homens de Deus com alta formação e experiência e à minha frente um público gigante com uma enorme expectativa ao meu respeito, não há como não “tremer na base”. E foi isto que vivi no último sábado. Pela graça de Deus, pudemos expor uma pequena amostra de conceitos de aprendizagem na Psicologia da Educação. Interessante perceber a forma como as teorias e o entendimento acerca do homem evoluem ao longo tempo. Refletimos sobre a forma em que fomos ensinados   ...

meu início como professora da EBD

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A pesar de eu ter me formado em Pedagogia em 2010, comecei a dar aula na Escola Dominical quando ainda era adolescente (1999). Na época, quando eu comecei fui orientada por uma grande amiga, a irmã Andrea Angelo. Ela era professora em escola pública, tinha muita experiência com alunos e me ensinou a lidar com as crianças. Uma mulher adorável, que além da seriedade que tratava a escola dominical, tinha um amor transbordante pelo ensino cristão. Eu sei muito bem que começar no ministério de ensino sem uma formação prévia é algo realmente preocupante. A gente fica com medo do que os alunos vão dizer do nosso jeito de falar, de tentar explicar o assunto da lição, com medo de eles perceberem que estamos nervosos, com medo de falar alguma bobagem ou ensinar algo errado. Mas tenha calma! Eu já passei por isso também. Ao começar, seja franco com os alunos – ou aos pais dos alunos, caso sejam crianças - diga que está ainda engatinhando na área do ensino, mas que acredita muito no poder tran...

Saia do automático: olhe ao seu redor

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Errar é humano...

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Eu sempre tive dificuldade em aceitar críticas, minha mocidade foi marcada por um certo ar de arrogância e eu preferia manter diálogos somente com os livros. Nos últimos dez anos Deus permitiu-me cair, errar, ser machucada, confrontada em meu orgulho, voltar atrás, retroceder em alguns projetos, me humilhar... Hoje valorizo e agradeço cada situação dessas e agradeço principalmente pelos feedbacks que recebo após uma reunião, palestra, uma pregação, louvor, aula... De cada crítica que recebo eu pondero: “Quem me criticou? Foi uma pessoa sábia? Como a crítica foi feita? A crítica é fruto de uma mágoa pessoal ou é para o meu crescimento? Assim não fico na defensiva, procura os traços de verdade e efetuo as mudanças necessárias. Melhorar é preciso! QOL

desapegue-se

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“Quando você compreender plenamente que na vida há muito mais que apenas o aqui e agora e perceber que a vida é uma preparação para a eternidade, começará a viver de forma em desapegos”. (Warren,2003) ·   Desapegue-se das rodas de conversas cujo ponto central é a vida alheia; ·   Desapegue-se de querer andar sempre “na moda”, mas endividada. ·     Desapegue-se de acumular coisas que você não tem nem onde guardar; ·   Desapegue-se da vida que ostenta, mas em nada se sustenta. ·   Desapegue-se da ideia de querer estar sempre certa e ter em tudo a última palavra – Permita que Deus te justifique; ·   Desapegue da vaidade de dar sempre a última palavra, aquela “frase de efeito”... ·   Silencie os pensamentos, silencie o celular, silencie as polêmicas dos grupos de whatsapp, retire-se, esconda-se. Encontre Deus no silêncio... Queila Leite

Os braços do Artista não são dele, são do Público!

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E nesta sociedade pós-moderna caracterizada pela vida apressada, ninguém parece se importar com os outros...  Quem me conhece de longa data, sabe que eu era uma pessoa arredia, não gostava muito de contato humano, nem de longe praticava o amor ao próximo, eu gostava mesmo era de livros e livros... Depois que conheci meu esposo Claudio – uma pessoa extremamente aberta com todos – fui mudando um pouquinho... mas uma experiência realmente marcou a minha vida pra sempre – e eu nunca mais fui a mesma! Em 2014 durante em uma aula do curso de Teatro pra cantores com a querida Dani Caldeira, ela me chocou com a tarefa mais difícil da minha vida: Abraçar! (...) Éramos um grupo de 12 pessoas e tínhamos que abraçar demoradamente os componentes da classe. O curso era novo e mal nos conhecíamos. Meu Deus que sufoco!!! – Posso ir ao banheiro? – pensei. Naqueles eternos 60 segundos, enquanto abraçava um colega, meu coração palpitava, minhas mãos, rosto e colo transpiravam.....