Como foi o CAPED em Botucatu



Para mim é sempre prazeroso ser convidada para mediar reflexões sobre o que temos feito na área da educação cristã.Parabenizo a todos que aceitam o desafio de ensinar voluntariamente e se dedicarem ao ofício de professor da EBD.



Particularmente, tenho paixão pelo ensino, amo o que faço e ainda usufruo financeiramente desse prazer... Por isso quando faço esse tipo de trabalho (palestras e aulas) eu não trabalho ...(Confúcio).


 

O tempo em Botucatu também foi muito bom. A participação da plateia, o clima organizacional, os testemunhos pessoais de dificuldades vivenciadas - incluindo a mim -, o almoço caprichado,  o carinho das pessoas que se dirigiram a mim ao final do evento... Enfim... A Boa sensação de dever cumprido.


 

E o que aprendemos dessa vez?




- a Real necessidade da formação contínua do professor - precisamos de mais eventos como este;




- uma formação de qualidade não se faz em eventos de discursos pré moldados que não condizem com a realidade e necessidade dos participantes;




- os professores precisam ser ouvidos e orientados em suas deficiências;




- a equipe docente precisa se unir, planejar em conjunto, ser parceira e deixar de lado as velhas práticas que demonstram disputas de "quem dar aula melhor";




- o aluno da EBD reprova a rotatividade de professores - é necessário que haja vínculo afetivo;




- Boa vontade não basta. O prof precisa ter maturidade e idade adequada para ensinar em grupos divididos por faixa etária.


 

Em suma... Foi isso..



Mais uma vez,  agradeço ao PR. Alcides Favaro, ao PR. Vicente Leite, ao superintendente Claudio Ribeiro pelo carinho e confiança. Espero revê -los em breve.

 




QOL

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