A motivação na aprendizagem 2016




Mais uma vez nos encontramos amigos e irmãos na AD Ipiranga, para refletirmos sobre o papel do professor na Escola Bíblica Dominical.  Desta feita, analisamos o professor enquanto incentivador do aluno.

Em resumo, foi dito:

No mundo pragmático em que vivemos, estudar a Bíblia parece não servir para absolutamente nada... porque nessa era pós moderna, procuramos por coisas que nos dêem prazer imediato (hedonismo), nos proporcionem algum prestígio e status social (pragmatismo)... e passar algumas horas lendo a Bíblia parece não atender a esses quesitos...
Então o professor se vê diante de uma dilema.. "O que fazer para motivar seus alunos a permanecerem assíduos na EBD¿"

Que teoria de aprendizagem adotar? Que métodos e técnicas utilizar? Mas... quando há ser humano envolvido no assunto, não há receita pronta, uma técnica padronizada, segura e infalível para provocar ou gerar a motivação interior para a aprendizagem.

Na verdade, a motivação é um impulso que faz com que as pessoas ajam para atingir seus objetivos, ela acontece no interior de cada um. Então o que ocorre é: o professor incentiva seu aluno por meio de estratégias ativas de ensino, o aluno ao receber diferentes estímulos (emocionais, visuais, sonoros, sinestésicos, etc..) se motiva para aprender mais.

¢ A autêntica aprendizagem ocorre quando o aluno está interessado e se mostra empenhado em aprender, isto é, quando está motivado.

Sabemos que cada pessoa tem estilos diferentes de aprendizagem. Uns são auditivos, outros visuais e outros sinestésicos.

Os visuais são aquelas pessoas que aprendem melhor ao ver, como por exemplo assistindo um vídeo, vendo uma imagem, etc.

Os auditivos, aprendem melhor ouvindo, como por exemplo uma aula teórica de um professor em uma sala de aula.

Os cinestésicos, aprendem melhor quando, por exemplo, assistem uma palestra mas manipulam uma caneta, ou escrevem aquilo que escutam ou quando executam algo prático.

Sendo assim, o bom professor, procura atender a todos os alunos, variando o jeito de ensinar, trazendo dinâmicas, atividades, diálogo, ou seja, promove ao máximo possível, a participação do aluno.

“Se abandonar a ingenuidade e os preconceitos do senso comum for útil, se não se deixar guiar pela submissão às ideias dominantes e aos poderes estebelecidos for útil, se buscar compreender a vontade de Deus na vida do homem, a sua revelação na história for útil.... se conhecer o sentido e o impacto das manifestações de louvores a Deus no mundo espiritual, se dar a cada um de nós os meios de sermos conscientes de nós mesmos e de nossas ações numa prática que deseja a santidade, a liberdade e a felicidade para todos for útil.... ... então podemos dizer que o ENSINO NA EBD é o mais útil de todos os saberes de que os seres humanos são capazes! "(Adaptação de Marilena Chauí, em referência à Filosofia).

Até a próxima.

QOL

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